Empresa chinesa lança nova cerveja em Angola

cerveja

Chama-se ‘Bela’ a nova cerveja produzida em Angola pela China Investment Fund (CIF) Luanda Brewery e já entrou no mercado de consumo angolano junto dos principais retalhistas de Luanda, nomeadamente centros comerciais e supermercados.

O investimento foi de 180 milhões de dólares e a fábrica esteve em testes de funcionamento desde Setembro de 2014, de acordo agência noticiosa Xinhua citada pelo site noticioso Macau Hub.

Segundo o director-geral da fábrica Buhe Bater,uma das primeiras fábricas com capitais chineses a operar em Angola, “A cerveja produzida sob a marca Bela, tanto em latas como em garrafas e barris, irá começar a chegar às 18 províncias de Angola, sendo que a fábrica tem capacidade para produzir 100 mil toneladas de cerveja por ano”.

Buhe Bater afirmou ainda que “A cerveja foi preparada ao gosto dos consumidores angolanos “estando a vender-se muito bem, tanto mais que em Luanda e noutras zonas do país não há épocas do defeso quanto ao consumo do produto devido à temperatura que se regista ao longo do ano.” (Fonte: MacauHub)

Advertisement

Angola pode voltar a ser um grande produtor mundial de café

cafegrao
Angola tem todas as condições para poder voltar a ser um dos principais produtores mundiais de café. Quem o afirma é Frederick Kawuama, o director-geral da Organização Inter-Africana do Café (OIAC), que conclui amanhã a sua viagem de três dias ao país.
Segundo Frederick Kawuama, citado pela agência Angop, há “uma grande possibilidade de revitalização da cultura do café em Angola, por ter sido um dos maiores produtores de café antes da independência”. Segundo o mesmo responsável o país tem uma longa experiência necessária para o efeito e está em condições de voltar a ser uma grande potência no sector.

A visita do director está associado ao facto de Angola ter assumido no final de 2014 a presidência da Organização Inter-Africana do Café. Esta quinta-feira, foi recebido em audiência pelo Vice-Presidente da República Manuel Vicente, sendo acompanhado pelo Ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga. No encontro, segundo o divulgado no final da audiência, foi debatido o ponto de situação sobre o andamento do programa da organização que visa recolocar o café entre os produtos mais exportados pelos países do continente africano. Este programa exige contactos permanentes com os países produtores de café e tem como objectivo elevar a capacidade de produção dos membros, bem como a criação de excedentes.

De acordo com os dados publicados, entre as campanhas de 1990/91 e 2014/15 a produção de Angola oscilou entre um mínimo de 13 mil sacas de 60 quilogramas na de 2009/2010 e 85 mil na de 1998/1999, sendo que na mais recente, 2014/2015, a produção indicada nos dados estatísticos da Organização Internacional de Café foi de 35 mil sacas.

Antes da independência de Portugal, em 1975, Angola era um dos principais produtores mundiais com 4 milhões de sacas ou 240 mil toneladas mas a guerra civil que se registou entre a independência e 2002 destruiu na quase totalidade as plantações de café.

Os maiores produtores mundiais de café na campanha de 2014/2015 foram por ordem decrescente o Brasil, com 45,3 milhões de sacas, Vietname com 27,5 milhões e Colômbia com 12,5 milhões de sacas de 60 quilogramas. (Fonte: Angop, MacauHub)

Feira da Banana abre amanhã com mais de 200 expositores

bananas

A Feira da Banana volta a realizar-se na província do Bengo, abrindo as portas amanhã com mais de 200 expositores repartidos por três pavilhões, de acordo com a informação avançada pelo porta-voz da comissão organizadora da feira da banana de produção nacional, João Mpilamosi.

Com o lema “Banana de Angola, orgulho nacional”, a feira conta com expositores das províncias do Bengo, Luanda, Cabinda, Zaire, Uíge, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Benguela, Lunda Norte, Cuando Cubango, Huambo, Namibe, Cunene e Huila, repartidos por três pavilhões num total de 110 mil metros quadrados; um de 24 mil destinado a exposição de máquinas e equipamentos, outro de 30 mil m2 para expositores da banana e restantes produtos agrícolas e um terceiro de 60 mil para parque de estacionamento de viaturas.

Segundo a organização, “O certame, uma iniciativa do governo do local e do Ministério da Agricultura, visa divulgar as potencialidades de produção desta fruta e outros produtos agrícolas do país, proporcionando aos produtores e empresários nacionais uma oportunidade para expor os seus produtos”.

Estabelecer parcerias e trocar experiências, assim como vender e comprar equipamentos utilizados na produção, processamento e comercialização de banana, constam dos objectivos da feira.

A província do Bengo já é chamada a rainha da produção da banana no país.Só no perímetro irrigado da Caxito Rega mais de 1500 hectares de terra encontram-se ocupados pela produção de banana. (Fonte: Angop)

As muitas línguas de Angola

Umbundo, Kimbundu, Kikongo, Ganguela…Angola é um país de muitas línguas e, se dúvidas há, para desfazê-las basta ver este vídeo que nos chegou através do Angola Monitor e assim comprovar que todas elas fazem parte do património cultural nacional do país.

Como este verdadeiro dicionário de Angolano demonstra, palavras como anduta,  cumbú ou imbumbável, são tão angolanas como as suas equivalentes em português. Veja o vídeo e confira se conhece o significado de termos como maca ou jajão. Vai ver que se trata de uma verdadeira ocipama 🙂

(Fonte: Angola Monitor)

Luanda vai ter estradas só para autocarros

autocarro

A utilização exclusiva pelos autocarros de diversas estradas é uma das novidades que integram o Sistema de Trânsito Intermodal, destinado a garantir mobilidade urbana rápida à circulação automóvel nas entradas de Luanda e que foi apresentado no final da semana passada pela Direcção Nacional de Infra-estruturas Públicas (DNIP) do Ministério da Construção.

De acordo com o responsável do DNIP, José Kai, citado pela Angop, os autocarros poderão circular em vias exclusivas para ‘Bus’ logo no início de 2017, sendo que “estas vias vão permitir a circulação sem interferência de outras viaturas, bem como garantir um conforto e eficiência à circulação”.

Segundo o mesmo responsável, que apresentou o terceiro lote deste projecto, “Estas estradas proporcionarão um serviço directo de autocarros de transporte público de passageiros ao lado das já existentes” e “Visam harmonizar as vias de trânsito normal, com as de transportes de massas como autocarros sem que uma interfira na outra, descongestionando o trânsito em Luanda”.

Existe com estas características o corredor R17, que sai nas imediações da Escola Superior de Polícia, na via expressa, passa pelo Lar o Patriota, Golf, Aeroporto 4 de Fevereiro e vai desembocar na Marginal Sudoeste de Luanda e ainda outra via que está em execução e parte do 11 de Novembro, estrada periférica da Sapú até à Estalagem. Esta via está inserida nos sete corredores aprovados pelo Plano Director Geral Metropolitano de Luanda (corredor norte/sul), preparado para posteriomente receber carris para o metro de superfície.

Este corredor norte/sul parte do Kifangondo cruza a via expressa, estrada de Catete, novamente a via expressa até a terceira fase da cidade do Kilamba. (Fonte: Angop)

Bié com duas novas fábricas de água mineral

mineralwater

Duas novas fábricas privadas de água mineral vão nascer na província do Bié, segundo afirmou à comunicação social o director provincial da Geologia e Minas e da Industria, Carlos Gomes César.

De acordo com o mesmo responsável, foram já realizados os estudos do local e está actualmente em curso a fase de limpeza da área pela maquinaria, visando a implantação posterior das unidades fabris que serão construídas  nas localidades de Cuquema e de Caluapanda, respectivamente a 18 e 20 quilómetros a sudoeste da cidade do Cuito.

“A nossa província carece de empreendimentos de género, estas iniciativas auxiliam o governo, porquanto geram novos postos de trabalho para a nossa juventude”, declarou Carlos Gomes César, ressalvando que a instalação destas unidades fabris é um contributo assinalável no quadro do objectivo de captação de investimento privado para a região.

Recorde-se que se encontra em curso no Bié a construção de um Pólo de Desenvolvimento Industrial avaliado em 25 milhões de dólares que visa incluir 40 unidades fabris. No perímetro do Pólo está previsto funcionarem fábricas ligadas aos subsectores da alimentação, confecções, chapas de zinco, instrumentos agrícolas, de louça de alumínio, cerâmicas, caixilharia de alumínio, carpintaria e  moageiras, água mineral, montagem de motorizadas e bicicletas e derivados de plásticos.