Oficializada construção de 3 pontes sobre o rio Cubango

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Foi oficializada entre Angola e a Namíbia a construção de três novas pontes internacionais sobre o rio Cubango, do lado de Angola, nos municípios do Calai, Dirico e Cuangar. O memorando foi assinado no município do Calai, no Cuando Cubango, entre o Ministro das Relações Exteriores de Angola George Chicoti e a sua homóloga namibiana, Netumbo Nandi-Ndaitwah. Na ocasião, estiveram ainda presentes os governadores do Cuando Cubango, Higino Carneiro, e da região de Okavango (Namíbia), Samuel Kaveto Mbambo, bem como administradores das municipalidades beneficiárias do lado de Angola. Uma das pontes, entre o Calai e o Rundu, região do Okavango, terá 300 metros de cumprimento, 16 de largura e será construída numa área de 4 mil metros quadrados.

Para a ministra das relações internacionais da Namíbia, Netumbo Nandi-Ndaitwah, depois de construídas, as três pontes irão permitir o aumento dos negócios e do comércio entre os dois países e terão um grande impacto nesta região da SADC.

Pelo lado de Angola, o ministro George Chikoti afirmou que “Finalmente hoje estamos em condições de assinarmos este acordo que, ao mesmo tempo, responde aquilo que é a vontade dos presentes de Angola e da Namíbia, que há muito queriam que este trabalho fosse de facto iniciado”, De acordo com o mesmo ministro, após a assinatura do memorando os governadores do Cuando Cubango e do Okavango já poderão levar a cabo reuniões de coordenação para o início da construção das três pontes.

Segundo a Angop, George Chicoti mostrou-se convencido que as três obras, depois de concluídas, permitirão reforçar substancialmente as relações económicas entre Portugal e a Namíbia como países vizinhos. Recorde-se que, a 22 de Setembro passado,  os bancos centrais dos dois países assinaram um acordo prevendo que o kwanza angolano e o dólar namibiano passem a ser aceites em operações comerciais nas localidades fronteiriças.

Ambos os países partilham uma fronteira de mais de 1.300 quilómetros e este entendimento estabelece ainda as regras de circulação e aceitação de moeda emitida por cada um dos bancos centrais, a adoção de taxas de câmbio de referência, os termos de repatriamento da moeda do país contraparte e a modalidade de compensação líquida entre as moedas.

Estrada Cuito~Gamba asfaltada ainda este ano

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As autoridades governamentais da província do Bié prevêm, ainda ano, asfaltar a estrada Cuito-comuna da Gamba, município de Nhârea, a 175 quilómetros a norte da cidade do Cuito.

A informação foi avançada esta quarta-feira à Angop, pela administradora de Nhârea, Maria Lúcia Ganja Chicapa. De acordo com a mesma responsável, o Governo da província do Bié tem estado a desenvolver contactos com uma empresa empreiteira para a celebração de um contrato, após o qual as obras poderão ter início e terminar com a maior celeridade possível, tendo em conta as fortes chuvas que se abatem sobre a região.

Segundo a referida Administradora, o troço, com cerca de 40 quilómetros, recebeu o ano passado trabalhos de terraplanagem e a sua recuperação tem estado a contribuir significativamente para a melhor circulação de pessoas e bens.

Recorde-se que em Novembro de 2014 o Ministério da Construção procedeu à consignação das obras de asfaltagem de 471 quilómetros de estrada na província do Bié, projecto que inclui a reabilitação e pavimentação de 113 quilómetros da estrada nacional 150, que liga o município de Camacupa às comunas de Ringoma e Umpulo.

De acordo com o dibulgado, “O programa abrange ainda a reabilitação e pavimentação da estrada nacional 141, que da acesso ao município do Andulo com a vila de Cassumbe, reabilitação e pavimentação de 52 quilómetros e da estrada 143, que liga o município da Nhârea e a comuna da Gamba, numa extensão de 43 quilómetros.

Dos projectos fazem também parte a reabilitação e pavimentação de 147 quilómetros da estrada nacional 250, Camacupa e Cuemba até a comuna do Munhango (província do Bié).

Dos troços rodoviários figuram igualmente a asfaltagem da estrada que liga a comuna de Cachingues/Chicala e Mutumbo, município do Chitembo, num total de 116 quilómetros”. (Fonte: Angop)

Angola Investe alarga modelos de financiamento e poderá incluir o sector social

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O programa Angola Investe deverá ser alargado ao sector social e incluir novos mecanismos de financiamento, como o leasing, de acordo com um artigo publicado pelo jornal “Expansão” e que tem como base uma entrevista ao administrador do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), Samora Kitumba (na foto).

O jornal afirma que o Governo e o INAPEM reavaliaram “as metas do programa em relação à criação de emprego e de empresas, e vão rever as perspectivas de impacto do programa no PIB e nas receitas fiscais, adaptando os objectivos ao contexto actual”.

O gestor do organismo tutelado pelo Ministério da Economia considera na entrevista que houve um “optimismo excessivo” no momento em que o programa foi lançado em 2012, mas reforça as virtudes que lhe estão associadas, “nomeadamente em matéria de apoio ao crédito às empresas, numa altura em que o País precisa de mais e melhores projectos com vista à redução da dependência do petróleo”.

O “Expansão” recorda ainda que, até ao final de 2014 e segundo um balanço do Angola Investe apresentado pelo ministro Abrahão Gourgel a empresários, banqueiros e membros do Executivo, “O programa tinha contribuído para a criação de cerca de 54.500 empregos (…) e o INAPEM tinha certificado cerca de 10 mil pequenas e médias empresas (PME).

Segundo as declarações de Samora Kitumba,as metas do programa serão reajustadas, considerando “os indicadores globais macroeconómicos do País que, em face da situação actual, também têm de ser revistos”.

O programa deverá ser reforçado quanto aos mecanismos de crédito e aos sectores sobre os quais incide. “A inclusão do leasing é uma alternativa de financiamento que está ser estudada e representa um dos desafios do programa para 2015”, afirmou o gestor do INAPEM, possibilidade essa que “poderá ser implementada ainda este ano” e virá diversificar as fontes de financiamento ao dispor dos empresários.

“Esta medida justifica-se pela possibilidade que dá aos promotores de adquirirem equipamento sem terem de os pagar integralmente à partida”, reforça, explicando que, “no leasing, o pagamento é feito sob a forma de renda mensal, com opção de aquisição pelo seu valor residual no final do tempo determinado”.

“Consideramos ser uma forma [de financiamento] alternativa, mais suave e menos onerosa, para as PME”, diz Samora Kitumba, para quem este sistema – que carece nova legislação – “vai impedir que as PME sejam obrigadas a fazer um esforço financeiro elevado logo no início do projecto com a aquisição de equipamentos”.

O “Expansão” realça que Samora Kitumba acredita que não vai haver falta de financiamento, apesar daquilo que chama de “pseudocrise”. “Segundo as projecções, a economia angolana em 2015 deverá sofrer um abrandamento, mas as suas causas não se irão reflectir necessariamente nos activos da banca comercial, cujo sector para 2015 projecta algum crescimento”, afirma, adiantando que, sendo o financiamento comparticipado entre o Governo e a banca comercial, “e como acreditamos que os depósitos e poupanças tendem a crescer devido ao processo de bancarização, o programa não está ameaçado”.

“Está a ser reflectida para 2015 a possibilidade de serem incluídos alguns sectores adstritos à vertente social (…) Neste momento, e desde o segundo semestre de 2014, iniciaram-se os reembolsos de capital dos primeiros projectos aprovados, sendo que, até agora, não se registaram situações de incumprimento”.

O Angola Investe  é “o maior programa governamental de concessão de credito à economia”, que ganha relevo “num momento de estagnação do crédito concedido pela banca ao sector produtivo”, conclui o mesmo responsável. (Fonte: “Expansão“)

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Huíla: Mais 45 mil lotes para a auto-construção dirigida

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Pelo menos 25 mil e 157 residências foram construídas nos últimos dois anos na província da Huíla, no quadro do programa de auto-construção dirigida.

Para este ano de 2015, o governo provincial prevê entregar mais 45 mil lotes para a auto-construção dirigida na mesma província.A informação foi divulgada hoje pela agência noticiosa Angop, que menciona o relatório anual do governo provincial da Huíla. De acordo com o mesmo, foram construídas  “15 mil e 247 casas na cidade do Lubango, cinco mil e 200 no município de Caluquembe, mil e 600 no da Jamba, 410 nos Gambos e 200 na Cacula, Chibia, Chicomba e Chipindo, respectivamente”.

Segundo o mesmo documento, “foram ainda erguidas 200 residências nos municípios do Cuvango, Quilengues e Matala, Caconda e Quipungo, a partir de um total de 30 mil e 45 lotes de terra distribuídos à população da Huíla”.

A notícia destaca que “As centralidades da Quilemba e da Eywa, nos arredores da cidade do Lubango, são os maiores programas habitacionais em curso na província da Huíla, que prevêem a construção de mais de 11 mil e oito mil residências, respectivamente”.

Além destes, está ainda a ser implementado o projecto de construção de 200 residências em cada um dos 14 municípios desta província, sendo que – das do Lubango – 150 casas do tipo T3 e T4 foram já concluídas e entregues.

Empresas portuguesas: Sucesso em Angola decorre de estratégia a longo prazo

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Vários empresários portugueses têm consciência da necessidade de encarar Angola como um mercado para projectos de investimento a longo prazo e não apenas como palco de projectos especulativos, pouco sólidos ou dependentes de episódios conjunturais, como aquele que é temporariamente vivido em Angola devido aos efeitos da baixa do preço do petróleo nos mercados.

Essa necessidade de uma aposta estratégica a longo prazo foi um dos temas abordados na mais recente edição do ‘Roadshow Portugal Global’,da responsabilidade da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) e que reuniu empresários de diferentes sectores da actividade económica com relevo na exportação de produtos portugueses. Com efeito, de acordo com os participantes e apesar de os empresários reconhecerem que a actual situação económica de Angola é penalizada pela forte desvalorização do preço do petróleo, Angola continua a ser um mercado prioritário para as empresas portuguesas que apostam na exportação.

Foi este o caso de Casimiro Gomes (na foto), empresário português e CEO da produtora de vinhos Lusovini, o qual considerou que exportar para Angola é “fazer projectos de longo prazo” e revelou que a Lusovini vai mesmo reforçar a sua estratégia de investimento neste país. O líder da Lusovini, empresa que opera em Angola, Moçambique e Brasil, aproveitou ainda para esclarecer alguns mitos sobre o muito que se tem falado da situação em Angola. Para o empresário, contrariamente ao que é afirmado: “Em Angola não é preciso ter parceiros locais, nem nenhum general”, o que as empresas precisam de fazer para uma estratégia de exportação bem-sucedida é “cumprir as regras locais e fazer projectos de longo prazo” reforçou Casimiro Gomes salientando que os angolanos privilegiam o vinho português numa lógica de boa qualidade/preço”.

Outros participantes no referido encontro foram João Quitério, administrador do grupo Visabeira – o qual assegurou que a estratégia do grupo não sofreu nenhuma alteração no mercado angolano – e João Cotta, presidente da Associação Industrial da Região de Viseu – que ressalvou a necessidade da persistência e do conhecimento dos mercados de destino quando se trata de exportação.

Revista African Business: Angola é o destino nº 1 para o investimento em África

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Angola foi o tema escolhido para a primeira edição especial da revista ‘African Business’, que se apresenta como a mais vendida revista de negócios pan-africana. Para além de uma extensa entrevista ao Ministro do Urbanismo e da Habitação, José António Maria da Conceição e Silva, a revista falou com a responsável pela Agência Nacional de Investimento Privado, Maria Luísa Abrantes.

De acordo com os responsáveis pela publicação: “Angola é provavelmente o destino mais apetecível para investimentos em África nos dias de hoje. Além dos enormes investimentos efectuados no sector do petróleo e, agora, do gás, o investimento privado estrangeiro está a jorrar para vários sectores, incluindo os das infra-estruturas e do imobiliário”.

Esta edição da ‘African Business’ incui ainda uma reportagem sobre a nova cidade do Kilamba. Para colmatar a falta de alojamento, o Governo angolano está a construir novos projectos imobiliários na periferia das cidades existentes, particularmente nos arredores de Luanda, onde são mencionadas como planeadas e em construção Km 44, Capari, Kilamba Kiaxi, Cacuaco e Zango. Como salienta o artigo “Alojando o povo de Angola”, depois da baixa dos preços “os trabalhadores da classe média apressaram-se a adquirir uma casa moderna (em Kilamba), com a opção de parte-renda parte-compra oferecida pelo Governo.

Para o presidente da Ordem dos Arquitectos de Angola, Victor Leonel A.C. Miguel, a prioridade máxima ao nível do país é alojar pessoas que há dezenas de anos não possuem habitação em condições e “que talvez tenham perdido a esperança de um dia poderem viver num apartamento moderno”.

A concluir, um artigo sobre Benguela destaca a recuperação da sua linha ferroviária centenária e a modernização do porto do Lobito, salientando que: “A cidade é também palco de um vasto conjunto de novas centralidades para a sua jovem população, em rápida expansão e ascensão social”.

Unitel may acquire Guiné Telecom

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Unitel is interested in acquiring Guiné Telecom, a company that is technically bankrupted. However, it will wait until an international public tender is launched by the government of Guine, an official source revealed yesterday in Bissau.

According to Portuguese news agency Lusa, Eunice Lopes Esteves -, who is presiding the restructuration of state owned Guiné Telecom and Guinetel – has made this statement during a conference about “Telecommunications in Guiné-Bissau”.

The initiative, ending next Thursday, gathered potential buyers from countries such as Gana, China, South Africa, Romania and also law firms representing other third parties.

Lopes Esteves declared that an approach in fact existed by Angolan group Unitel, owned by entrepreneur Isabel dos Santos. “There was a specific intention from Unitel in 2011, and we had some talks”. Now, an international public tender to be launched soon will help clarify any developments.

Novidades rodoviárias: Auto-estrada entre Luanda e Lobito e ponte sobre o Cuanza

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A ligação entre Luanda e o Lobito actualmente existente, com passagem pelos arredores da cidade do Sumbe, vai ser substituída por uma auto-estrada, “dado não dispor já de capacidade para suportar o tráfego que se regista diariamente”.

A novidade foi dada pelo director-geral do Instituto de Estradas de Angola, António Resende. De acordo com o responsável, a construção da auto-estrada será efectuada por fases, “devido à sua extensão e elevado custo”. A primeira fase terá início a partir da ponte sobre o Cuanza até Porto Amboim e a segunda fase até Sumbe, continuando depois da mesma forma até à sua conclusão.

Outra novidade foi o anúncio também de uma nova ponte sobre o rio Cuanza, na Estrada Nacional número 100, cuja construção terá início este ano “para permitir maior fluidez na circulação rodoviária entre Luanda, e o sul de Angola, na rota do litoral” segundo António Resende. Com efeito, a Estrada Nacional 100 passa actualmente pelo interior de diversas localidades, como Porto Amboim, Sumbe e Lobito, o que tem provocado muitos constrangimentos ao trânsito rodoviário.

Finalmente, segundo o que foi divulgado, a nova ponte terá quatro faixas de rodagem, duas em cada sentido, e capacidade para suportar veículos até 100 toneladas. A actual ponte da barra do Cuanza continuará em funcionamento, mas somente para o tráfego interno da província de Luanda. (Foto: MacauHub)

Ficção angolana está para ficar em Portugal

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A qualidade da ficção televisiva angolana é destacada na edição deste domingo pelo jornal Diário de Notícias (DN). O artigo, intitulado “A Única Mulher: Novela explica paixão dos portugueses por Angola”, surge no dia em que o canal português TVI estreia o primeiro episódio da novela gravada em Angola e em Portugal e produzida pela Semba Comunicação e que envolveu mais de 500 figurantes angolanos, 80 técnicos e actores (50 portugueses e 30 da Semba), um mês de gravações, divididos principalmente por Luanda e Malanje e milhares de quilómetros percorridos.

Segundo o DN: “Estes são os números que resumem a nova aposta da estação de Queluz de Baixo para o horário nobre, protagonizada pela estreante Ana Sofia Martins, Lourenço Ortigão, Rita Pereira, Alexandra Lencastre e José Wallenstein, que arranca esta noite na TVI, às 21.25. É a primeira vez que uma novela se estreia simultaneamente na TVI e TVI Internacional”.

De acordo com José Eduardo Moniz, actualmente o consultor para a área de ficção da Media Capital, empresa proprietária da TVI, este é um produto raro: “Há muito investimento, muito empenho e há o esforço de diversificação de espaços de gravação da novela como há muito não se via. Acho que nunca vi isso na ficção portuguesa”. Moniz considera ainda que a novela é “lindíssima” e “mostra porque é que os portugueses se apaixonaram tanto por Angola”.

Já o realizador, Hugo de Sousa, destaca o que “Sem a Semba (Comunicação) teria sido muito difícil. Tem um know-how do país que era muito importante para um nós. Foi uma parceria fantástica”.

‘A Única Mulher’ estreia na televisão portuguesa depois do sucesso na RTP de ‘Windeck: O Preço da Ambição’ e antes da estreia na mesma estação televisiva de ‘Jikulumessu – Abre o Olho’, ainda sem data de estreia marcada mas prevista para ocupar o horário nobre da noite.

Exposição de Sindika Dokolo faz sucesso no Porto

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A mostra de arte contemporânea da coleção da Fundação Sindika Dokolo recebeu mais de cinco mil visitantes no seu primeiro fim de semana em exposição na Galeria Municipal Almeida Garrett, na cidade do Porto. Um número que ultrapassa todos os resultados até agora alcançados por esta galeria.

De acordo com a comunicação social esta é “Uma das maiores e melhores colecões de arte contemporânea do mundo, que reúne obras de 50 artistas de várias nacionalidades, sendo a mais importante mostra da Fundação Sindika Dokolo alguma vez concretizada. Foi inaugurada na última quinta-feira 5 de Março e conta com a curadoria de Bruno Leitão e Suzana Sousa, fazendo parte da programação que explora o tema FELICIDADEpor parte da Câmara Municipal do Porto.

Em entrevista ao ‘Jornal de Negócios’ – dada à margem da inaguração da exposição e da atribuição que lhe foi feita da medalha de ouro da cidade do Porto – Sindika Dokolo considerou sentir que, do lado português, a maneira de olhar para Angola tem evoluído bastante. “Portugal é dos raros países que teve uma história colonial e que conseguiu inverter até este ponto o período negativo do fim da colonização” afirmou o colecionador.

A exposição, com o título  “You Love Me, You Love Me Not” – Arte contemporânea na Coleção Sindika Dokolo” estará patente na Galeria Municipal Almeida Garrett da cidade do Porto até ao próximo dia 17 de Maio. (Foto de uma das obras expostas).