Coca-Cola preside à nova associação de bebidas angolana

cocacola

O Administrador Executivo da Coca-Cola Bottling, Manuel Sumbula, é o primeiro presidente da Associação das Indústrias de Bebidas de Angola (AIBA). Nas suas primeiras declarações após a nomeação, Manuel Sumbula afirmou que a nova associação pretende trabalhar em articulação com o Governo na defesa do setor, de forma a rentabilizar os investimentos feitos pelas empresas no país, contribuindo para a diversificação da economia angolana. “Não podemos ficar amarrados à inércia das importações”, afirmou o presidente da AIBA.

Formalmente apresentada em Luanda no passado dia  29 de Janeiro, a AIBA conta com 22 empresas associadas e um objectivo comum: “Promover um sector responsável por 14 mil postos de trabalho directos e 42 mil indirectos e com uma produção que excede o consumo total no país em 70%”, de acordo com o divulgado. Em termos de produção a capacidade instalada no mercado é de 4 milhões e 480 litros anuais, quantidade que se prevê venha a subir nos próximos anos em cerca de mais 500 mil litros anuais dada a entrada de cinco novos fabricantes no mercado. A divulgação dos assuntos de interesse para a indústria de produção de bebidas em todo o país, a participação em eventos nacionais e internacionais, bem como a promoção de acções de formação profissional para a valorização dos seus associados, gestores e trabalhadores, são alguns dos eixos principais das acções a desenvolver.

Na cerimónia de proclamação da nova associação, a ministra da Indústria, Bernarda Martins, referiu que o trabalho organizado da associação vai “potenciar as oportunidades existentes nas cadeias de valor da indústria nacional, não só das bebidas, mas também da indústria transformadora”.

A Ministra sublinhou igualmente que o sector das bebidas “Possui uma elevada responsabilidade na diversificação e sustentabilidade da economia de Angola, pois satisfaz uma das necessidades básicas da população, ao mesmo tempo que já contribui para uma redução muito significativa das importações”.

“Este sector a breve trecho poderá potenciar a utilização e valorização dos recursos naturais do país na fileira agro-alimentar e, neste domínio, o Executivo tem registado com agrado os esforços que os industriais vêm empreendendo, com vista a produção de cereais em grande escala, para a substituição das importações das matérias-primas para indústria cervejeira e a produção de fruta em quantidade e qualidade para a produção interna de polpa”, afirmou ainda  a responsável, citada pela Agência Angop. (Foto: Briefing AO)

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