Portugal no topo da lista dos fornecedores de Angola

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Miguel Frasquilho, o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), tornou público numa conferência em Lisboa que “Até Setembro deste ano, as exportações portuguesas de bens e serviços para Angola (em 2014) ascendiam a mais de 3,3 mil milhões de Euros, compreendendo 6,3% do total dos produtos e serviços vendidos por empresas portuguesas ao exterior”.

Na mesma ocasião, Frasquilho revelou que o volume comercial entre Portugal e Angola, em 2013, ultrapassou pela primeira vez os 7 mil milhões de Euros.

Os números foram divulgados no decorrer da conferência sobre a relação Angola/Portugal/Europa, realizada por ocasião dos 25 anos da revista “Negócios” da Câmara de Comércio e Indústria Portugal/Angola,

O presidente da AICEP manifestou ainda a sua satisfação pelo  facto de Portugal se manter no topo dos fornecedores de Angola, como comprovadoa pela Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) angolana, ao destacar “as empresas portuguesas como sendo as primeiras investidoras estrangeiras em Angola no sector não petrolífero”.

Foram também mencionados no mesmo discurso os “relevantes” investimentos angolanos em Portugal nos mais variados sectores de actividade, desde o financeiro às telecomunicações,passando pela energia e petróleos, construção, engenharia, media, agro-indústria, turismo e imobiliário.

“É estimulante ver que existem tantos empresários portugueses e angolanos confiantes no futuro das relações económicas entre os dois países e interessados em dinamizar a cooperação empresarial”, afirmou Miguel Frasquilho,destacando que  Angola é o primeiro cliente de Portigal fora do espaço europeu.

Assumindo a “visível” importância da parceria entre Angola e Portugal, o responsável pela AICEP salientou que “Angola (…)  para além dos recursos naturais, trata-se de um país jovem, com uma pirâmide etária de base alargada, e com uma classe média em franco crescimento, que conjuntamente com taxas de bancarização crescentes, incentivam o consumo e a importação”.

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